“O que não te desafia, não te transforma” – autor desconhecido
Todos já ouviram a velha máxima de que uma pessoa é reflexo de seus hábitos. A leitura antes de dormir, o cafezinho depois da refeição, o bom dia – ou o silêncio incômodo – no elevador. Pequenos gestos que se repetem dia após dia e cristalizam um jeito de ser. Quando percebemos, somos rotulados por algum comportamento banal, mas característico.
Se isto tem um lado confortável, que nos coloca no piloto automático e deixa brechas para outras atividades; por outro lado, estes hábitos também nos engessam em um ambiente desfavorável para inovar.
A melhor maneira de usar a força do hábito é praticar o exercício constante da mudança. Em pequenos detalhes. Imperceptíveis para quem não observa mais atentamente, mas com grandes resultados para quem arrisca.
Conversar com interlocutores diferentes, mudar o canal da TV, ouvir aquela música criticada ou tentar entender o ponto de vista opositor. Que tal dispensar o elevador e encarar uma escada? Estas mudanças têm o poder de nos tirar da zona de conforto do cotidiano.
Dá vontade de voltar atrás? Claro! Ainda mais porque estes hábitos são simples e não provocam alterações substanciais na nossa vida. Mas, com certeza, é um treino que nos capacita para mudanças mais drásticas e transformações necessárias, que estão sempre à nossa espreita.
Para saber mais:
A revista VIDA SIMPLES traz na capa de outubro o título “Mudar vale a pena”. A reportagem traz dicas importantes para quem se propõe a mudar. São elas:
1) Reconhecer a necessidade de mudar
2) Alterar hábitos em pequenas doses
3) Lidar com a insegurança e o desconforto
4) Ter disciplina para criar o novo
5) Acreditar na mudança e continuar
A revista Exame PME também fala sobre a força do hábito na edição deste mês. A reportagem “O poder da rotina” cita o livro “The Power of Habit” e mostra como hábitos novos podem ser racionalmente cultivados para melhorar uma empresa. E também nossa vida, claro!






