Impossível fazer qualquer post esta semana sem pensar nas mulheres. Mães, profissionais, filhas, esposas, amigas, empreendedoras. Mulher é tudo isso e mais. Neste domingo, confesso que senti a carga pesada e… cansei! Desabafei, pedi colo, chorei, mas voltei à ativa logo em seguida porque minha filha estava doente precisando de mim.
Ser mãe e empreendedora são duas coisas tão divergentes quanto imensamente parecidas. Os sentimentos de esperança, frustração, comprometimento e automotivação se misturam nos negócios e na criação dos filhos. Impossível falar do trabalho sem paixão. E querer dedicar 24 horas por dia para que ele cresça e se desenvolva. Ao mesmo tempo, é tão fácil largar tudo por conta de uma febrinha de 38 graus.
As mulheres empreendedoras são, por muitas características, diferentes dos homens nesta seara. Em diversos estudos e depoimentos, isto é comprovado: elas são mais flexíveis, querem expandir seus negócios, mas também cuidar da família. Não querem mudar o mundo, mas a realidade que as cerca. Envolvem a comunidade e são responsáveis por transformações a conta-gotas, mas que fazem toda a diferença em longo prazo. Qualquer semelhança em criar filhos, não é coincidência.
Queria neste post homenagear estas mulheres e, especialmente, as mães empreendedoras, capazes de se dividir entre crianças e negócios com a mesma dedicação, coisa que exige tanto delas mesmas. Se para empreender é preciso coragem, o esforço é multiplicado quando se decide criar negócios e filhos ao mesmo tempo. Por isso, mais do que sucesso e dinheiro, estas mulheres merecem reconhecimento. Parabéns!

