Janeiro é o mês das promoções, queima de estoque, renovação das vitrines. Uma ótima época, portanto, para olhar com mais atenção o que as lojas oferecem. Dos shoppings às lojas de ruas, é espantoso ver como tem produtos descartáveis e padronizados sendo vendidos às pencas dentro da lógica de que quanto mais se compra, mais se economiza. Estranho não?!
Uma surpresa que tive este ano, em termos de personalização e produtos diferenciados, foi na loja “Endossa”, na rua Augusta, em São Paulo. A loja colaborativa trabalha com mercadorias interessantes, que valem a visita. Novidades em decoração, moda, presentes, acessórios, papelaria, etc. Dá para passar um tempo agradável se atualizado e comprando.
O conceito da loja colaborativa utiliza os preceitos da web 2.0 no mundo físico. O espaço oferece aos micro-empreendedores uma oportunidade de expor seus produtos em prateleiras ou caixas – as “minilojas”. Se chamar a atenção dos consumidores e atingir a meta de vendas, a marca permanece na loja. Se não, dá espaço para outras novidades.
Apesar de existirem desde 2009, as lojas colaborativas ainda estão restritas a um nicho de mercado, com público e segmentos bem específicos. Poucas cidades possuem este tipo de comércio. Mas acredito que o modelo do negócio é inovador a ponto de suportar investidas mais agressivas. O consumidor, carente de produtos com autenticidade, agradece!
Para saber mais:
Videorreportagem: varejo colaborativo
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