Este ano, a Inovação figurou de vez na agenda do país. Na publicidade, já na virada de 2008 para ’2000 iNove’, o Bradesco apontava a bola da vez. Antes e depois disso, quantos anúncios, seminários, cursos e produtos foram desenvolvidos tendo a palavra “inovação” como mote? Incontáveis vezes. E, sempre, com um alerta: quem não inovar, não estará aqui para contar história.
Não importa se é empresa, freelancer, funcionário ou patrão. Inovar virou a palavra de ordem para quem quer sobreviver. Custe o que custar. Penso que, se os professores usassem essa premissa para prender a atenção de seus alunos em sala de aula, estaríamos num mercado menos tenso, onde a exigência da Inovação fosse mais natural e um pouco menos angustiante. Observe uma criança para ver que a inovação é inerente ao ser humano e não algo a ser ensinado. Mas isso é assunto para um outro post…
Hoje, é consenso que a inovação nos negócios é crucial para pequenas, médias e grandes empresas. Nestas últimas, departamentos de P&D (pesquisa e desenvolvimento), diretores de inovação e um grupo de funcionários já estão dando conta de buscar em seus setores as melhores práticas para apreender e melhorar processos.
Nas pequenas, a história é um pouco mais complicada mas, nem por isso, impossível. Silvio Meira, fundador do Porto Digital, pólo de empreendedorismo tecnológico pernambucano, diz que uma empresa inovadora é toda aquela que consegue usar melhor as tecnologias, as políticas e as estratégias de negócios para se tornar rapidamente mais competitiva e conseguir mais e melhores clientes. Aí, não importa tamanho e origem do negócio. Importa é a cultura do ambiente.
O mercado está aí, os clientes também, as informações circulam. Resta ao empreendedor observar esta dinâmica e aproveitar o que de melhor acontece no dia-a-dia. É com um olhar apurado e atenção nos detalhes que ele pode de repente fazer melhor e, assim, conquistar mercado, clientes, fornecedores, reconhecimento e, por que não, empregadores?! Afinal, inovar é uma exigência para todos.