Jul 27

Perspectiva em equilíbrio

equilibrioO pensamento gera o sentimento, que gera nossa motivação, que impulsiona nossas ações. Em resumo: o pensamento rege o que fazemos. Mas, e nós – regemos nossos pensamentos?

Quando nos deparamos com situações que exigem ações imediatas, percebe-se que o que somos comanda nossos pensamentos. Os otimistas já preveem logo as conseqüências positivas das suas ações. Os pessimistas antevêem o desastre antes mesmo de agir.

A vantagem é que PENSAR e SER é flexível o suficiente para ser modificado. Um exemplo prático: quem chega a conclusões positivas, pode treinar a mente para ser mais realista. Vale o contrário para quem é negativista.

Treinar o oposto é sempre um exercício para atingir o equilíbrio. E não estagnarmos na máxima de que nasci assim e vou morrer do mesmo jeito. É interessante ver os resultados dessa evolução quando o piloto automático da mente fica confuso sobre qual reação acionar diante de uma situação inesperada. Sinal de que os pensamentos estão mudando de lugar.

Jul 14

O caminho de quem inova

caminho_confuso

Criar projetos inovadores demanda energia, tempo e muita motivação. Primeira característica: ele SEMPRE é incerto. Ninguém começa um trabalho pioneiro e inédito com planejamento, cronograma e custo definido.  No máximo, temos em mente um objetivo e calculamos uma margem de segurança ou um limite de investimento que não extrapole o bom-senso.

Uma inovação também não chega de uma vez. É uma ideia que começa tímida e ganha contornos maiores e mais definidos na medida em que avança. Conquista adeptos e aliados no percurso deste caminho, mas também atrai descrédito. E muito.

Nesta hora, mesmo sem saber exatamente como defender o projeto ou ter números exatos que comprovem sua eficiência, o inovador precisa de coragem para continuar apostando em sua ideia.

Um dia, o que eram rabiscos viram projetos, empresas, realizações bem-sucedidas e invariavelmente os donos dessas ideias inovadoras resumem sua trajetória pontuando os momentos de incerteza e apontando a persistência e a diletância como ferramentas imprescindíveis neste caminho.

Quando a subjetividade de um projeto inovador se concretiza, o risco corrido é recompensado. Mas só quem se aventura por caminhos impossíveis de serem vislumbrados antecipadamente é capaz de inovar. Esta é uma arte que se aprende fazendo.